As novidades da Volvo Construction Equipment no mercado

28/01/2019 às 4:14 - Atualizado em 08/02/2019 às 8:22

A Volvo Construction Equipment possui uma trajetória extremamente vitoriosa no mercado e continua em franca expansão, tanto no território nacional como no mundo inteiro.

A marca lançou recentemente no Brasil novas máquinas e caminhões articulados que combinam força e eficiência, com o objetivo de oferecer o máximo em capacidade de carga, economia e produtividade.

E essa é apenas uma de um conjunto de estratégias que a Volvo colocou em prática nos últimos anos. Juntas, elas foram capazes de ajudar a marca a sobreviver à crise econômica brasileira e até ganhar pontos preciosos de participação no mercado. Entenda como isso foi possível:

Como a Volvo derrotou a crise

Com diferentes estratégias no mercado, a Volvo conseguiu superar a crise e se tornar uma das empresas mais atuantes do setor de vendas de veículos pesados. A decisão de oferecer uma marca premmium e outra de alto padrão, cobriu todas as possibilidades nos segmentos atendidos.

Com a terceirização em crescimento, as máquinas oferecidas também têm satisfeito os usuários do setor florestal, especialmente papel e celulose, que representa nada menos que 5,5% do PIB, além da mineração, destaques para as movimentações de fertilizantes e adubos.

“Também importante, é o aumento da movimentação de materiais pelo setor industrial, que já esboça uma reação firme”, comemora o presidente da VCE Latin America, Afrânio Chueire.

Em resumo, para atender a tal demanda e contrariando a crise, a VCE realizou em 2017 um grande número de lançamentos, desde escavadeiras para até 92 t à caminhões articulados de 55 t métricas.

Mas e agora? Como será o futuro?

O presidente da Volvo na América Latina entende que o desenvolvimento da marca nas vendas de máquinas pesadas revela o acerto no mercado de duas marcas: Volvo e SDLG –, um portfólio que cobre todas as necessidades dos usuários com extrema competitividade.

Na sequência da evolução da operação, Chueire enumera a escala tecnológica das máquinas. Da manual passando à assistida, desta à semi automatizada, mais à frente a altamente automatizada até chegar no futuro à máquina autônoma.

Com a chegada da máquina inteligente, espera o dirigente, o mercado deve chegar ao triplo zero – zero emissão, zero desperdício e zero acidente –, à eletromobilidade e o melhor dos mundos: os canteiros automáticos e totalmente respeitosos ao meio ambiente.

E essa situação não permanece no campo da utopia. Na Suécia, a Volvo já estuda, junto com o governo do país, a universidade e um cliente (Skanska) o conceito de movimentação de materiais ao feitio de correia (ou esteira) transportadora, usando máquinas inteligentes.

“A meta é viabilizar um transporte que emita 95% menos CO2 e ofereça um custo total de operação 25% inferior ao dos meios convencionais”, assegura Chueire.

De qualquer maneira, a Volvo Construction Equipment Brasil conseguiu se adequar muito bem às dificuldades de 2016 e viu sua participação aumentar de 15,8% para 16,8%. Agora, prepara-se para uma nova fase de crescimento.

E nos próximos anos a tendência é o crescimento se manter e até mesmo ser potencializado, já que a crise está diminuindo e as projeções para a década de 2020 são extremamente positivas, não só para a Volvo Construction Equipment, mas também para o mercado em geral.